“That’s All”: O Que Relembrar e o Que Esperar de ‘O Diabo Veste Prada 2’

Se você achou que a icônica Miranda Priestly havia se aposentado com a era das revistas impressas, pense novamente. Vinte anos depois do clássico que definiu o mundo da moda no cinema, “O Diabo Veste Prada 2” estreia neste final de abril (dia 30) e promete atualizar o significado de “poder” para a era digital.

Antes de correr para o cinema, vamos refrescar a memória sobre o que tornou o primeiro filme imortal e mergulhar no que a sequência reserva para nós.


Recap: O Que Ficou na Memória (e no Guarda-Roupa)

O filme de 2006 não foi apenas sobre moda; foi sobre ambição, sacrifício e a busca pela identidade. Aqui estão os pilares que você precisa ter em mente:

  • O Monólogo do Azul Cerúleo: O momento em que Miranda (Meryl Streep) destrói o desdém de Andy (Anne Hathaway) pela moda, provando que até um suéter de “liquidação” é fruto de decisões de alta cúpula.
  • A Transformação de Andy: De jornalista intelectual que desprezava a Runway a uma assistente impecável que “vendeu a alma” para sobreviver em Paris.
  • O Drama de Emily: A assistente sênior (Emily Blunt) que viveu para a dieta de queijo e a viagem a Paris, apenas para ser atropelada pela ascensão de Andy.
  • O Arremesso do Celular: O ato final de Andy, jogando seu celular na fonte na Place de la Concorde, simbolizando sua liberdade das garras de Miranda.
  • A Traição de Nigel: Miranda sacrificando Nigel (Stanley Tucci) — a única pessoa que realmente a apoiava — para manter seu cargo como editora-chefe.

A Sequência: O Que a Nova Trama Vai Abordar?

O novo filme não é apenas uma reunião; é um retrato de como o mercado de luxo e o jornalismo mudaram drasticamente. Com a estreia batendo à porta, aqui está o foco da nova história:

1. O Declínio do Papel e a Crise de Miranda

Miranda Priestly está enfrentando o seu maior inimigo até agora: o fim das revistas impressas. A trama foca na luta da Runway para sobreviver em um mundo dominado por influenciadores e mídias sociais, onde o prestígio da “velha guarda” está sendo questionado.

2. O Jogo Virou: Emily no Comando

Talvez o ponto mais satisfatório da sequência seja a ascensão de Emily Charlton. Agora, ela não é mais a assistente maltratada, mas uma executiva de alto escalão em um gigantesco grupo de luxo. A ironia? Miranda agora depende dos orçamentos publicitários controlados por Emily para manter a revista viva.

3. O Retorno de Andy (Desta Vez como Colega)

Andy Sachs retorna não como submissa, mas como uma editora respeitada (alguns rumores sugerem que ela pode estar na própria Runway ou em uma concorrente digital direta). O reencontro entre ela e Miranda promete ser o auge dramático do filme, com uma dinâmica de “respeito mútuo” tingida de tensão.

4. Um Novo Elenco e Trilha Sonora de Peso

Com participações confirmadas de nomes como Kenneth Branagh e uma trilha sonora que já conta com uma parceria inédita entre Lady Gaga e Doechii, o filme quer provar que continua lançando tendências, não apenas seguindo-as.

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